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domingo, 13 de maio de 2012

História em quadrinhos 8º e/ ou 9º ano



Uma personagem de HQ costuma ter características marcantes. Descreva em seu caderno:
a) Como é Filipe fisicamente?

b) Quais são as características da personagem de Filipe?

c) O humor das tiras é derivado das características físicas ou psicológicas de Filipe?



2) Você se identifica de alguma forma com Filipe? Em que você acha que é semelhante a ele? Em que você é diferente?



3) As tiras a, b e c apresentam uma característica típica do humor que é a “reversão das expectativas”, ou seja, elas apresentam no último quadrinho uma situação que contradiz toda a sequência anterior. Copie as orações abaixo e complete-as, explicando com suas palavras o que ocorre no último quadrinho de cada tira.

a) Na tira a, Filipe precisa tomar uma atitude e fazer os deveres, mas...

b) Na tira b, Filipe acorda, vai para a escola, vê que ela está sendo demolida, mas...

c) Na tira c, Filipe se esforça para prestar atenção à aula, mas...



4) Os balões das HQs misturam linguagem verbal e não verbal, trazendo-nos informações importantes.

a) Quais tiram contêm balões de pensamento?

b) Na tira b, o que você acha que Filipe estaria murmurando no primeiro quadro?

c) No terceiro quadro da tira b, o autor usa dois pontos de exclamação no final das frases. Por quê?

d) Na tira b há um balão cujo rabicho sai do quadrinho. Quem está falando?

e) No último quadro da tira c, múltiplos rabichos saem do balão. O que isso significa?



5) Que tipo de revista Filipe está lendo na tira d?

6) No quinto quadro da tira d, o texto o balão lido por Filipe torna-se incompreensível.

a) Na sua opinião, por que isso acontece?

b) Por que o autor desenhou um coração nesse quadro?



7) Que recursos visuais o autor usa para representar a vergonha de Filipe na tira d?



8) Às vezes mais de uma ação podem estar representadas em um único quadrinho. Relate qual a sequência de ações de Filipe no único quadro da tira e.


Oliveira, Gabriela Rodella de. Portugês: a arte da palavra, 6º ano. 1.ed. São Pulo: Editora AJS Ltda,2009

Diálogo "Papo maluco"

Papo maluco

O sujeito entra num bar, senta-se à mesa e logo um garçom aparece.

— Boa noite, o que o senhor toma?

— Tomo vitamina C pela manhã, o ônibus para ir ao serviço e uma aspirina quando tenho dor de cabeça.

— Desculpe, mas acho que não fui claro. Eu quis dizer do que é que o senhor gostaria?

— Ah! Tudo bem! Gostaria de ter um Ferrari, de casar com a Gisele Bündchen e mandar a minha sogra para o inferno.

— Não é nada disso, meu senhor! — Continua o garçom, ainda calmo. — Eu só gostaria de saber o que o senhor deseja de beber.

— Ah! É isso? Bem... o que é que você tem?

E o garçom:

— Eu? Nada, não! Só tô um pouco chateado porque o meu time perdeu pro São Caetano.



Norma Ferreira da Silva (por e-mail) Uberlândia – MG Almanaque Drogasil, ano 1, nº 1, maio de 2004, p.22.



6- Por que o texto recebeu o título Papo maluco?

7- Como o garçom poderia ter abordado o freguês para ser entendido logo na primeira fala?

8- E a fala do freguês, como poderia ter sido mais clara?

9- Na segunda fala do freguês, que expressão nos leva a pensar que ele passou a entender o garçom?

10- Como o garçom age em relação ao freguês? Por quê?

Atividades de Interpretação de texto ( diálogo)



Nesse texto, além das palavras, que outro recurso foi usado para expressar idéias?
2- Quem fala ou faz alguma coisa é personagem da história. Quando os personagens conversam, temos um diálogo.

a) Quais são as personagens do texto? Há diálogo entre eles?

b) A fala da mãe está claramente expressa? Justifique.

3- A história apresenta cinco quadrinhos. O que a mãe teria dito à filha no quadro 2?

4- Observe o desenho do quadro 3 e conte o que a moça está sentindo enquanto a mãe faz tantas perguntas.

5- Pelo tamanho das figuras no último quadro, responda:

a) A mãe continua mandando na filha?

b) A mãe preocupa-se demais em proteger a filha? Como você sabe disso?

EXERCÍCIO DE CAÇA AO ERRO


EXERCÍCIO DE CAÇA AO ERRO

1 – Sublinha as palavras que tiverem erros de ortografia e/ou acentuação e corrige-as

O tempo estaba muito agradábel. O céu era asul, o sol brilhava, só fazia ainda algum frio. Todos os dias saíam, á descuberta daquele parque natural que o pai lhes disse chamarse da Peneda----Gerês, o que deichava o Tó espantado era todo aquele espaso à sua volta, as montanhas cubertas, em parte, de algo que paressia rocha.

- Sabes, Tó, nós vemos estes penedos como á séculos e séculos os nossos antepasados as virão. Ninguém os destruio. E o pai abrio os brassos como que a abarcar toda aquela bastidão.

- Então, aqui nada foi destruído pelo Homem? – perguntou o Tó, lenbrando-se de algumas coizas que aprendera na escola.

- Infelismente foi. Já ouve incêndios, á aves em risco de desaparecer por causa da cassa e até á anos, antes de tu nasceres, para se construir uma barrajem, uma aldeia inteira, muito antiga, foi coberta pela água do riu. Chamavase Vilarinho das Furnas.

- E o que aconteceu às pessoas?

- Tiverão de ir viver pra outra terra. Ouve grandes descuções, mas considerou-se que era mais inportante construir a barrajem...

E assim eles iam aprendendo com o pai uma purção de coisas. Ela contabalhes que era presiso proteger a natureza, porque tudo quanto hesistia tinha a sua utilidade e não devia ser destruído ou sequer danificado: animais, vejetais e minerais estavão ligados, entreajudavão-se e protegião-se uns aos outros. Como se fossem argolas de uma grande corrente. Mesmo cuando paressiam perjudiciais, como certos insetos e certos répteis, tinham uma função a cumprir.

- É como se formassem um puzzle – esplicara-lhes o pai – em que todas as pessas se ajustam.

- Se quizermos que a terra continue a viver, e nós com ela, temos que consservar o que ainda está bom e tratar o que está doente.

(Manuela Alves, Férias Ecológicas)

VERBOS I


Classificação dos verbos

Verbo é a palavra que exprime um fato (geralmente uma ação, estado ou fenômeno da natureza) e localiza-o no tempo, usados também para ligar o sujeito ao predicado. Mas o verbo é identificado principalmente por ser a classe de palavras que mais admitem flexões (em número, pessoa, modo, tempo e voz), dependendo do idioma. Podem ser divididos das seguintes formas:

Quanto à semântica

·         Verbos transitivos: Designam ações voluntárias, causadas por um ou mais indivíduos, e que afetam outro(s) indivíduo(s) ou alguma coisa, exigindo um ou mais objetos na ação.Podendo ser transitivo direto, quando não exigir preposição depois do verbo, ou transitivo indireto, quando exigir preposição depois do verbo. Ou ainda transitivo direto e indireto.

·         Verbos intransitivos: Designam ações que não afetam outros indivíduos. Exemplos: andar, existir, nadar, voar etc.

·         Verbos impessoais: São verbos que designam ações involuntárias. Geralmente (mas nem sempre) designam fenômenos da natureza e, portanto, não têm sujeito nem objeto na oração. Exemplos: chover, anoitecer, nevar, haver (no sentido de existência) etc.

·         Verbos de ligação: São os verbos que não designam ações; apenas servem para ligar o sujeito ao predicativo.

Exemplos: ser, estar, parecer, permanecer, continuar, andar, tornar-se, ficar, viver, virar etc...

Quanto à conjugação

·         Verbos da primeira conjugação: São os verbos terminados em ar: molhar, cortar, relatar, etc.

·         Verbos da segunda conjugação: São os verbos terminados em er: receber, conter, poder,etc. O verbo anômalo pôr (único com o tema em o), com seus compostos (compor, depor, supor, transpor, antepor, etc.), também é considerado da segunda conjugação devido à sua conjugação já antes realizada (Ex: fizeste, puseste), decorrente de sua forma do português arcaico poer, vinda do latim ponere.

·         Verbos da terceira conjugação: são os verbos terminados em ir: sorrir, fugir, iludir, cair, abrir, etc.

Quanto à morfologia

·         Verbos regulares: Flexiona sempre de acordo com os paradigmas da conjugação a que pertencem. Exemplos: amar, vender, partir, etc.

·         Verbos irregulares: Sofrem modificações em relação aos paradigmas da conjugação a que pertencem, tendo modificações no radical e nas terminações. Exemplos: resfolegar, caber, medir ("eu resfolgo", "eu caibo", "eu meço", e não "eu resfolego", "eu cabo", "eu medo").

*Verbos anômalos: Entre os irregulares se destacam os anômalos. São verbos que não seguem os paradigmas da conjugação a que pertence, sendo que muitas vezes o radical é diferente em cada conjugação. Exemplos: ir, ser, ter. O verbo "pôr" pertence à segunda conjugação e é anômalo a começar do próprio infinitivo.

*Verbos defectivos: Verbos que não têm uma ou mais formas conjugadas. Exemplo: precaver - não existe a forma "precavenha".

*Verbos abundantes: Verbos que apresentam mais de uma forma de conjugação. Exemplos: encher - enchido, cheio; fixar - fixado, fixo.

Flexão

Os verbos têm as seguintes categorias de flexão:

·         Número: singular e plural.

·         Pessoa: primeira (transmissor), segunda (receptor), terceira (mensagem).

·         Modo: indicativo,subjuntivo e imperativo, alem das formas nominais (infinitivo, gerúndio e particípio).

·         Tempo: presente, pretérito perfeito, pretérito imperfeito, pretérito mais-que-perfeito, futuro do presente, futuro do pretérito.

·         Voz: ativa, passiva (analítica ou sintética), reflexiva.

Ativa: O sujeito da oração é que faz a ação. Ele sempre fica na frente da frase.

Ex : Os alunos resolveram todas questões.

Passiva : O sujeito recebe a ação.Ele sempre fica no final da frase.

Ex : Todas questões foram resolvidas pelos alunos.

Reflexiva : O sujeito faz e também recebe a ação.

Ex: Ana se cortou e se machucou.

Formas nominais

  • O infinitivo: São terminados em r. Ex.: Amar, Comer, Latir.
  • O particípio: São terminados em ado, ada, ido ou ida. Ex.: Amado, Amada, Comido, Comida, Latido, Latida.
  • O gerúndio: São terminados em ndo. Ex.: Amando, Comendo, Latindo.


terça-feira, 1 de maio de 2012

Narração e Descrição


I- NARRAÇÃO

Narrar é contar um fato, um episódio; todo discurso em que algo é CONTADO possui os seguintes elementos, que fatalmente surgem conforme um fato vai sendo narrado:



                                     onde ?



                                        |



         quando?  ---      FATO    --- com quem?



                                        |



                                    como?



 A representação acima quer dizer que, todas as vezes que uma história é contada (é NARRADA), o narrador acaba sempre contando onde, quando, como e com quem ocorreu o episódio.

É por isso que numa narração predomina a AÇÃO: o texto narrativo é um conjunto de ações; assim sendo, maioria dos VERBOS que compõem esse tipo de texto são os VERBOS DE AÇÃO. O conjunto de ações que compõem o texto narrativo, ou seja, a história que é contada nesse tipo de texto, recebe o nome de ENREDO.

As ações contidas no texto narrativo são praticadas pelas PERSONAGENS, que são justamente as pessoas envolvidas no episódio que está sendo contado ("com quem?" do quadro acima). As personagens são identificadas (=nomeadas) no texto narrativo pelos SUBSTANTIVOS PRÓPRIOS.

Quando o narrador conta um episódio, às vezes( mesmo sem querer) ele acaba contando "onde" (=em que lugar)  as ações do enredo foram realizadas pelas personagens. O lugar onde ocorre uma ação ou ações  é chamado de ESPAÇO, representado no texto pelos ADVÉRBIOS DE LUGAR.

Além de contar onde , o narrador também pode esclarecer "quando" ocorreram as ações da história. Esse elemento da narrativa é o TEMPO, representado no texto narrativo através dos tempos verbais, mas principalmente pelos ADVÉRBIOS DE TEMPO.

É o tempo que ordena as ações no texto narrativo: é ele que indica ao leitor "como" o fato narrado aconteceu. A história contada, por isso, passa por uma INTRODUÇÃO (parte inicial da história, também chamada de prólogo), pelo DESENVOLVIMENTO do enredo (é a história propriamente dita, o meio, o "miolo" da narrativa, também chamada de trama) e termina com a CONCLUSÃO da história (é o final ou epílogo). Aquele que conta a história é o NARRADOR,  que pode ser PESSOAL (narra em 1a pessoa : EU...) ou IMPESSOAL (narra em 3a. pessoa: ELE...).

Assim, o texto narrativo é sempre estruturado por verbos de ação, por advérbios de tempo, por advérbios de lugar e pelos substantivos que nomeiam as personagens, que são os agentes do texto, ou seja, aquelas pessoas que fazem as ações expressas pelos verbos, formando uma rede: a própria história contada.



II - DESCRIÇÃO

Descrever é CARACTERIZAR alguém, alguma coisa ou algum lugar através de características que particularizem o caracterizado em relação aos outros seres da sua espécie. Descrever, portanto, é também particularizar um ser. É "fotografar" com palavras.

No texto descritivo, por isso, os tipos de verbos mais adequados (mais comuns) são os VERBOS DE LIGAÇÃO (SER, ESTAR, PERMANECER, FICAR, CONTINUAR, TER, PARECER, etc.), pois esses tipos de verbos ligam as características - representadas linguisticamente pelos ADJETIVOS - aos seres  caracterizados - representados pelos SUBSTANTIVOS.

Ex. O pássaro é azul . 1-Caractarizado: pássaro / 2-Caracterizador ou característica: azul / O verbo que liga 1 com 2 : é

Num texto descritivo podem ocorrer tanto caracterizações objetivas (físicas, concretas), quanto subjetivas (aquelas que dependem do ponto de vista de quem descreve e que se referem às características não-físicas do caracterizado). Ex.: Paulo está pálido (caracterização objetiva), mas lindo! (carcterização subjetiva).  








Atividade Escrita _ 9º ano


Atividade Escrita _ 9º ano

Leia:



“ Parece uma metrópole. Mas não é. A Internet não existe fora dos fios e chips. Ela é uma gigantesca rede mundial, que une computadores espalhados por todo planeta. Na verdade, a Internet não é uma só: é a união de muitas redes existentes em vários países [ e que] podem se comunicar entre si porque utilizam o mesmo protocolo para troca de dados, ou seja, falam a mesma língua.” (Fátima Cardoso, Superinteressante, jul. 1994)



1. Quantos períodos compõem o parágrafo acima?

2. Quais os períodos são simples? Quais são compostos?

3. Seria correto considerar que os três períodos iniciais afirmam o que a Internet não é, enquanto o quarto período afirma que ela é?

4. Pode-se dizer que os três períodos iniciais funcionam como introdução do parágrafo?

5. Em que período está à ideia principal?

6. Em que período acrescentam-se as ideias secundárias? Que ideias são essas?

7. Quantas orações compõem o parágrafo?

8. Escreva os verbos em torno dos quais se organizam as orações do parágrafo.

9. Analise cada um dos verbos. Eles dão origem a predicados verbais ou nominais? Por quê?

10. Identifique e classifique os sujeitos dessas orações

11. Identifique os termos que integram o sentido dos dois últimos verbos do parágrafo.

12. Nomeie esses termos, destacando seus núcleos e seus adjuntos.